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Vamos atirar uma bomba ao destino

Não somos de nos contentar com o que o destino reserva para nós. Sonhamos alto e frequentemente caminhamos fora da estrada.

O Problema das Leituras Obrigatórias

Vocês, todos os meus familiares e cerca de 75% dos meus amigos sabem que eu AMO ler. 

Claro que eles acham que se eu amo ler, amo ler tudo. Então aparecem com livros de cozinha, literatura erótica, livros de auto-ajuda... Agradeço pelas sugestões súbtis que preciso de melhorar os meus dotes culinários ou tornar a minha vida mais picante ou atrair melhores vibes, mas passo, muito obrigada, estou ótima!

Mas o maior problema de grande parte dos bookworms são as leituras obrigatórias!

Claro que há aquelas que são ótimas e nos dão a descobrir autênticas pérolas. Vou ser honesta, poucos foram os que encontrei que se adequaram ao meu gosto: Os Maias andaram lá perto (mas o resultado do teste não foi assim tão bom, por isso...) e no 4º ano, Os Campistas, gostei bastante, e o ano passado para Inglês, mas foi escolhido por nós na biblioteca da escola, The Catcher in the Rye, que não era mau.

Mas O Ano da Morte de Ricardo Reis está a ser uma maldição! 

Eu não consigo ler aquilo e cada vez que vejo aquela capa amarela pelo canto do olho tenho vontade de chorar. Já o escondi, não resultou, continuo a sentir-me culpada por não o ler; já procurei algum resumo que me incentivasse a lê-lo (como o que a Mi mostrou sobre Os Maias), nada! E quer dizer, os outros também não ajudam! TUDO é mais interessante do que O Ano da Morte de Ricardo Reis (sem brincadeiras, acho que até estou capaz de ler as 50 sombras para não ler o outro and I dispise as 50 sombras!)

In short: se tiverem um conselho, um desses resumos engraçados, ou qualquer coisa mesmo, digam-me, dêm-me, mas tirem-me deste tormento!

 

Dramatismo level 546385%. Não, mas a sério, terrível, e eu tenho de ler aquilo!

 

 

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