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Vamos atirar uma bomba ao destino

Não somos de nos contentar com o que o destino reserva para nós. Sonhamos alto e frequentemente caminhamos fora da estrada.

As primeiras!

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Conhecem alguém que não goste de comer cerejas?

Talvez sejam poucos os que lhes resistem. O problema é mesmo parar de comer, porque as cerejas são, efetivamente, uma das frutas mais atraentes. São redondinhas, de cor vermelha e pequenas...muito elegantes! 

Mas não são apenas deliciosas, estas também são boas para a saúde. As Cerejas são uma notável fonte de vitaminas e minerais, entre os quais: Vitamina A, B1, B2, C, Niacina, cálcio, fósforo, ferro, lipídeos e flavonoides.

 

Quatro razões para incluí-las na dieta:

 

Anti-inflamatórias: Devido às antocianinas das cerejas revelaram-se eficazes contra os danos dos radicais livres e a inibição das enzimas ciclooxigenase, sendo melhor do que muitos químicos anti-inflamatórios.

 

Proteção contra o cancro: investigadores descobriram que as cerejas doces ajudam na luta contra o cancro, graças ao seu alto nível de um antioxidante chamado cianidina (que pode promover a diferenciação celular, um processo importante na luta do organismo contra as células cancerosas).

 

Fonte de Energia: Antocianina também é bom para o cérebro, está comprovado que ajuda a melhorar a memória.

 

Ajuda no Sono: as cerejas contêm melatonina, uma hormona que regula os ciclos de sono do corpo.

 

Na minha região, já começam a aparecer as primeiras. As da foto foram colhidas hoje e poço garantir-vos que são uma delícia. São servidos?!

 

 

 

 

E ainda... duas receitas »

 

 

 

Fonte:

http://www.frutasdocavado.com/pt/noticias/os-7-beneficios-da-cereja-para-saude

 

 

Sarah Gross sabe?

 

 

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Sabem aquele livro que cruza o nosso caminho, lemos a discrição e pensamos “Isto promete!”, lemos o livro e quando acabamos temos aquela sensação de satisfação “Ah sim! Isto é literatura!”.

Recentemente um desses livros cruzou o meu caminho, por um acaso, mas o melhor acaso que já li!

Falo de Perguntem a Sarah Gross, de João Pinto Coelho, finalista do prémio Leya em 2014.

Tivemos a sorte de receber o escritor na nossa escola há uma meses atrás e foi excelente porque nos preparou para a leitura: falou-nos um pouco do livro e de todo o processo de pesquisa, desde as várias visitas à Polónia, às conversas com sobreviventes; falou-nos do Holocausto e de muitas coisas que não são do conhecimento de grande parte das pessoas e claro, também nos falou da importância do rigor histórico, o que, na minha opinião, é tão fascinante como criar um mundo só nosso, tendo em conta que poucas serão as pessoas que conheceram Oshpitzin antes da invasão alemã.

Este é um daqueles (raros) livros que me deixam a sorrir com cara de parva. Neste caso não devido à história, nas palavras do próprio autor: “O meu livro é agressivo e trata mal quem o lê.”, mas pela genialidade da história fictícia e pelo rigor histórico.

A história do Holocausto é conhecida por todos, Perguntem a Sarah Gross foca-se principalmente na história de Oshpitzin, que tinha sido Oświęcim, e que foi Auschwitz após a invasão alemã. Graças ao livro, vejo Oshpitzin como a personificação de todos os inocentes que eram considerados culpados aos olhos do verdadeiro problema, e que sofreram irrevogavelmente.

Depois há Sarah Gross, judia, mulher determinada, vítima do ódio dos homens, mas que também conheceu o amor, e que lhe valeu tantas vezes. É impossível não partilharmos um pouco do fascínio e respeito que Kimberly Parker, o outro lado da história, tem por Sarah, mesmo mal a conhecendo e vivendo os seus próprios problemas.

É uma mixórdia de ficção e História, passado e futuro que nos absorve completamente. Quando damos conta, já tudo nos foi revelado, é só juntar as pecinhas e é por isso que é tão bom, esteve sempre à nossa frente!

Leiam, a sério!

 

 

 

 Escrito pela Jé, que devido a problemas informáticos não conseguiu editar.